sábado, 7 de junho de 2014

Everything is gonna be alright - 15º Capítulo

"Perdê-lo foi azul como eu nunca soube. Sentir a falta dele foi cinza escuro, totalmente só. Esquecê-lo foi como tentar conhecer alguém que você nunca encontrou, mas amá-lo foi vermelho. Amá-lo foi vermelho" - Red, Taylor Swift.

Teto branco.
Cabeça latejando. 
Sorriso.
Chaz.

-Oi.
-Chaz!
-Eu mesmo.
-Você está com uma cara horrível!

Ele riu.

-Eu sei, vou levar isso como um elogio.
-O quê houve?
-Você desmaiou na aula.
-Ah meu Deus! Há quanto tempo estou aqui?
-Dois dias e meio.
-O quê? Como assim?
-Você só acordou agora.
-Eu estou inconsciente desde anteontem?
-Não, você tomou muitos remédios porque estava muito fraca. Eram duas doses a cada quatro horas, então não se lembra das outras vezes que acordou. 
-E você está aqui desde quando?
-Ontem. Sua mãe dormiu aqui com você noite retrasada, ela estava exausta. Sua irmã ficou lá em casa comigo. Ontem implorei à sua mãe pra eu vir no lugar dela, pois ela estava muito cansada. Então ela ficou em casa com a Kath e eu estou aqui.

Ele se sentou ao meu lado.

-Oh, Chaz, me desculpe. Sério.
-A culpa não é sua.
-E Vitor?
-Proibido de entrar aqui.
-Porquê?
-Já ouviu a regra dos hospitais em que é obrigatório fazer silêncio?

Nós rimos.
 
-Que bom que você acordou, maninha.

Ele sorriu e passou a mão sobre meu rosto. Fechei os olhos para sentir seu carinho por alguns segundos. Logo, a porta se abriu. Olhei para ver quem era e reconheci só pelo perfume. 
Mamãe.

-Querida, você acordou!
Ela veio em nossa direção em passos rápidos. Seus sapatos faziam pouco barulho, mas ainda se ouvia o toc toc deles. Chaz se levantou para dar espaço a minha mãe. Ela me abraçou com um pouco de dificuldade por causa dos tubos que estavam ligados ao meu braço.
-Você está consciente de que se algum paciente com problemas respiratórios vier a falecer, a culpa é sua e desse seu perfume né?
-Porquê? Tá exagerado?
-Claro, mãe. Você veio ao hospital, não ao Red Carpet!

Nós rimos novamente.
-Me desculpe filha, estava tão ansiosa pra te ver que desliguei o botão da noção.

Ela riu e não tivemos como não rir junto. 
Um toque na porta fez mamãe virar. Era o médico, que até então, eu não sabia quem era.
-Olá Doutor Nolan, como vai? -Ela se levantou e se arrumou.
-Bem Sra. Margareth, e você?
-Melhor agora que Bia acordou. Acabei de chegar.
-Ah, então a Bela Adormecida resolveu acordar? Que ótimo!
Eu ri. Doutor Nolan é meu médico desde quando eu tinha 5 anos. Praticamente um tio.

-Acho que sim. -Respondi.
-Como está se sentindo, querida? 

-Ele se aproximou com sua prancheta nas mãos  e desligou o líquido (provavelmente, remédio) que pingava nos tubos.

-Bem.
-Quer ir embora?
-É, tô precisando respirar o ar de Stratford novamente.
-Ainda não me convenceu de deixar você ir embora. -Ele riu.
-Preciso voltar aos estudos.
-Agora sim! 
-Vai mesmo me dar alta?
-Sim, só que não vai poder fazer tudo que costumava. Vou mudar sua dieta, que por sinal, está bem fraca. Também vou te dar 2 dias pra se adaptar com sua rotina. Acredito que está devendo muitas lições de casa ao professores. Aproveite o final de semana para descansar, assim pode voltar pra escola recuperada!
Ele bagunçou meu cabelo (mais ainda) e se despediu. Foi atrás da enfermeira que cuidou de mim todo o tempo que estive aqui para tirar os tubos conectados ao meu braço. Enquanto minha mãe tagarelava o quanto eu estava fazendo falta e arrumava minhas coisas dentro de sua bolsa, percebi que Chaz havia se afastado para atender o telefone, e falava baixo demais. O problema não foi esse, foi a reação dele após a ligação. Ficou quieto demais, e quando abria a boca pra falar algo, era um "sim", "não" ou "talvez". Finalmente a enfermeira entrou no quarto. Chegou ao meu lado com uma bandeja cheia de curativos. Ela tirou todas as coisas que estavam ligadas em uma coisa só: a agulha. Foi muito rápido, porém dolorido. Os 3 segundos que ela gastou para tirar tudo pareciam mais de minutos. A dor passou depois de um tempo, e depois de por o pé no chão, o alívio tomou conta de mim.




Enfim em casa.
Desci do carro de mamãe com a ajuda de Chaz, que havia contornado o carro pra abrir a porta e me emprestado seu braço como apoio. Respirei fundo e coloquei o pé no chão e o firmei, para ter certeza que não cairia novamente. Afinal, eu havia passado três dias deitada numa cama de hospital. Olhei pra frente de minha casa e lá estavam Caitlin, Christian, Jamylle, Adrielle, Ryan e minha querida Katharine. Um cartaz enorme pendurado escrito "Bem-vinda de volta, Bia" na moldura da porta e alguns balões pendurados nas janelas.

-Bia! -Kath gritou e correu até onde eu estava.
-Oi, princesa.

Me abaixei para abraçá-la, deixando de lado toda a recomendação do médico, que disse para não fazer muitos esforços, como abaixar ou levantar muito rápido e carregar muito peso.

-Sentimos sua falta.
-Eu também senti sua falta, meu amor.
-Biaaa!

Me levantei devagar e abracei Adrielle e Jamylle, depois Christian, que me levantou pouco mais de três centímetros do chão com seu abraço, Ryan que cheirava a perfume feminino e masculino (obviamente deve ter se agarrado com Jamy pouco antes de eu chegar) e enfim Caitlin, que me abraçou tão confortável que parecia um travesseiro.
Após alguns minutos de perguntas, apoio e abraços cheios de saudade, entramos em casa. Estava organizada, cheirando a desinfetante com perfume floral. Assim que sentamos no sofá, Ryan e Chris foram buscar algo e voltaram com as mãos pra trás. Contaram até três e colocaram o que tinham em mãos pra frente. Eram dois animais de pelúcia. Um era um urso e o outro era um coala. Agradeci com um abraço a cada um. Caitlin, Adrielle e Jamy vieram logo em seguida, com meus doces favoritos. E por último, Chaz. Veio em minha direção com uma caixa fina, média e preta. Sorriu e me entregou. Abri a caixa, onde nela havia um colar com um pingente de metade de um coração. Antes que eu perguntasse, ele pôs a mão no bolso e tirou sua chave, onde estava a outra parte do pingente. Abracei-o, com os olhos cheios de lágrimas.

-Obrigada. -Respirei fundo e o apertei mais, depois soltei.
-Não precisa agradecer, tenho obrigação de te fazer sorrir.
-Não tem não.
-Tenho sim, afinal, sou seu melhor amigo. Ou será que os remédios fizeram você esquecer isso também?
-Ok, eu me lembro disso.

Nós rimos e sentamos no sofá. Eu me virei e levantei o cabelo para que ele colocasse o colar. Ele soltou o fecho já trancado na argola e eu me virei, deitando-me nele.

Passou o tempo e todos foram embora, menos Chaz. Eram 20h15, estávamos eu, Chaz e Kath na sala vendo filme. Mamãe havia ido numa reunião as 19h e não havia chego até agora. A campainha tocou, então apenas me mexi para ele se levantar e abrir a porta. Percebi que Kath tinha dormido, então a coloquei do outro sofá, que era menor e confortável pra ela. Levantei assim que Chaz abriu a porta, e do outro lado estava Vitor, impaciente e olhando o relógio, de costas. No momento em que Chaz abriu, ele virou, olhando para nós, e depois novamente para Chaz, que ainda o fitava em silêncio.

-Vitor. -Falei para quebrar o gelo.
-Oi. -Ele colocou a mão no bolso e a outra atrás da cabeça, um costume que  que o demonstrava estar ansioso ou nervoso- Como você tá? Fui lá no hospital e falaram que você recebeu alta.
-É, estou aqui desde quatro horas da tarde. Aliás, estou bem.
-Que bom...Eai Chaz. -Vitor o cumprimentou, de longe.
-Eai. -Chaz acenou com a cabeça para Vitor e se virou. -Estou aqui dentro, qualquer coisa me chama. -Ele sussurrou por trás da porta, após eu encostá-la.
 Desci o degrau da entrada e ele se aproximou. 

-Você falou com ele...normalmente?!
-É..
-Tá se drogando?
-Não.
-Tá com amnésia?
-Não.
-Tá com febre? -Pus minha mão sobre sua testa.
-Bia, para. -Ele segurou minha mão- Eu só tô falando com ele porque percebi que não adianta eu te afastar dele..ele sempre vai querer te proteger. E eu não posso impedir isso.
 Por mais que eu o odeie, ele vai querer ficar ao seu lado.
Fiquei calada, pois não tinha o que responder.
-O que é você e o que fez com Vitor?
-Ah Bia, tchau.
-Não! -Arfei e o segurei por impulso.

Ele se virou tão rápido, que quando vi, estava mais perto do que o necessário. Foi impossível recuar. Ele segurou minha cintura para se equilibrar, e acabou que nossos lábios se encostaram sem querer, de raspão. Minha mão esquerda ainda estava presa em volta de seu pulso, e a outra em seu ombro. Nos olhamos por uns segundos. Sua respiração era tão forte quanto a minha. Ele alternava olhares entre meus olhos e minha boca. E assim, me puxou para um beijo.


... 
Continua.

Me desculpem demorar tanto pra postar, eu sei que não ando cumprindo minhas promessas. Mas a partir de hoje não terá desculpas. É o seguinte, escrevo todos os dias, porém não tenho tempo para postar. Está tudo em meu caderno, e agora com um celular novo tentarei postar com mais frequência. Espero que entendam.
MUITO OBRIGADA PELOS COMENTÁRIOS NO CAPÍTULO 14!! Vocês são as melhores, eu tô bem mais motivada a escrever!! Assim como vocês, também leio fanfics e sei o quanto é ruim ter que ficar esperando um novo capítulo, e um comentário ajuda bastante na hora de escrever. Obrigada pela compreensão minhas princesas! (e Bruno, que agora é meu leitor fiel mas não comenta, né? cof cof).
Beijustins pra vocês ksdjfidfjfjd vick ;*

domingo, 16 de março de 2014

Everything is gonna be alright - 14º Capítulo.

"E eu não posso evitar olhar, porque vejo a verdade em algum lugar nos seus olhos." - Mirrors, Justin Timberlake

Após todos se organizarem em seus lugares com seus pertences, o professor de Educação física nos levou para o campo fora da escola, onde era realizadas as aulas de baseboll. Ele é o único professor que tem mais intimidade com todos,
além do professor de literatura. 
Chegando lá, ele parou na nossa frente com sua prancheta na mão.

-Bom, vou separar vocês em duplas! Quero que se posicionem na minha frente, por favor. -Todos se posicionaram à frente dele.

-Adrielle e Ivy, Alice e Rich, Bia e Chaz -Ele hesitou, nos olhou e riu-
Bridgit e Travor, Chris e Caitlin, Kristen e Daniel, Lean e Vitor,
 Marien e Scarlett, Ryan e Jamy!


-E eu professor? -Melanie gritou, sozinha.
-Justin faltou novamente, então você fica como técnica dessa vez ok Mel?
-Sem problemas.
-Ok..Bia e Chaz, vocês querem começar? -O professor nos gritou.
-Porque não? -Chaz gritou de volta para o professor e os dois riram.
-Cait e Chris, vocês topam?

Ele virou para os dois. Eles nos olharam e assentiram positivamente. Eu e Chaz fomos por para os lugares indicados e nos posicionamos. Ele pôs o capacete e o colete e abaixou-se com a luva na mão.
Caitlin estava a poucos metros de nós, com a bola na mão. Christian estava na mesma posição que nós, só que do lado oposto da quadra.
O apito soou e Cait mandou a bola, que automaticamente mandei para Christian, do outro lado. E então, saí correndo para fazer a volta no campo. Escutei a rebatida de Christian e de os gritos dos que acompanhavam o jogo. Quando estava chegando perto do meu ponto destinado, Chris se aproximava cada vez mais rápido. E quando cheguei ao ponto, ele chegou logo em seguida, na minha direção. Ele havia segurado minha cintura, como se fosse um abraço, e eu segurei em seu ombro ao nos batermos de frente. Caímos no chão de lado, e rindo pelo acontecido. Eu caí em cima de seu braço, mas não conseguia pedir desculpas pois estávamos rindo muito.
Ele se levantou e me ajudou a levantar, segurando no meu braço e me erguendo sem muito esforço. Ele bagunçou mais um pouco meu cabelo, brincando relativamente ao meu tamanho. Empurrei-o dando risada, e ele me abraçou enquanto andávamos. Chegando junto aos outros, o professor apitou.

-Primeiro ponto de Bia e Chaz! Já estão na final.
Corri até Chaz, abraçando-o. Ele me levantou no ar, como sempre.
-Começamos bem. -Ele sussurrou.
-Como sempre. -Respondi.
Ele sorriu e esperamos o professor convocar os outros participantes.

(vencedores das partidas em negrito)
-Adrielle e Ivy, Lean e Vitor.
...
-Alice e Rich, Bridgit e Travor.
...
Marien e Scarlett, Ryan e Jamy.
...
-Kristen e Daniel, Chris e Caitlin.
...

-Agora começam as semi-finais! -Gritou o professor- Lean e Vitor, Alice e Rich, Ryan e Jamylle, Christian e Caitlin, Beatriz e Chaz, aqui. Os que não irão jogar, fiquem na arquibancada, por favor.

 Todos que não iriam jogar subiram nas arquibancadas. 

 -Chris e Caitlin contra Ryan e Jamy, Lean e Vitor contra Alice e Rich. Bom, entre as quatro duplas convocadas, as duas que vencerem irão competir entre si, e a dupla que ficarem irão, por fim, competir com Bia e Chaz. Podem começar.

Chris, Cait, Ryan e Jamy se posicionaram no campo e jogaram.
...
Christian e Caitlin ganharam.

Alice e seu pedaço de pano abaixo da cintura (que ela chamava de short) se posicionou no campo junto com Rich e Lean. Vitor veio na minha direção e me deu um selinho demorado.

-Me deseje boa sorte. -Ele sussurrou.
-Espero que morra. -Disse no mesmo tom que ele.

Ele riu e foi jogar. Arquejei de nojo e Chaz riu da resposta que dei ao Vitor.

-Para! -Eu ri, cutucando-o com o cotovelo para prestar atenção e parar de rir antes de Vitor percebesse.

-O que? deixa eu rir!
-Chaz!
-Chááázszszs -Ele me imitou, afinando a voz.
-Menino, sossega!

Ele gargalhou e não tive como não rir junto. Estávamos um apoiando no outro com a mão na barriga, com dor de tanto rir. Fomos interrompidos pelo surto de Alice.

-Mas professor, eu..
-Alice, vocês perderam, não tem como jogar de novo! -O professor explicava à ela.

Ela urrou de raiva e bateu o pé, daquele jeito nojento que só ela sabia fazer. Ai que criatura mais repugnante.

-Vitor, volta pro ponto inicial, vocês vão jogar com Chris e Caitlin!

Vitor assentiu e voltou ao seu ponto no campo. E então, eles jogaram. Vitor correu com Christian. Os dois conseguiram correr na mesma velocidade, mas Chris chegou depois de Vitor no ponto final.
E então, Vitor e Lean ganharam.
Por um segundo que deixei de olhá-los, vi que Christian havia derrubado Vitor, e se não fosse o professor chegar a tempo, os dois estariam aos murros. Eu e Chaz corremos para separá-los também, pois o professor não estava conseguindo segurá-los. Parei na frente de Vitor, e quase caí ao chegar.

-Vitor, Vitor, olha pra mim. Vitor, me escuta!
-Eu mato esse desgraçado!
-Você não vai matar ninguém! Olha pra mim!

Ele continuou encarando Christian com a raiva transbordando em seu olhar. Segurei seu rosto com força, obrigando-o a me focar. Sua respiração estava ofegante ao extremo. Me estiquei na frente dele e ele finalmente me olhou. Eu o segurava com todas as minhas forças, mas ele era mais forte que eu. Ele se impulsionava pra frente pra tentar conseguir alcançar Chris mas eu consegui impedi-lo. Até que ele se "acalmou" e eu consegui tirá-lo dali. Levei-o pras arquibancadas vazias e ele se sentou, tentando não voltar lá.

-Vitor, o que houve?
-Aquele otário veio pra cima de mim!
-Pra ele ter ido pra cima de você, teve um motivo.
-Qual foi Beatriz, vai ficar do lado dele agora?
-Enquanto não tiver algum motivo, eu não vou ficar do lado de ninguém.
-Tá defendendo ele.
-Não, eu só quero saber o motivo!
-Ele é um babaca!
-VITOR , QUAL FOI O MOTIVO?
-VOCÊ, PORRA!

Olhei-o sem saber o que responder. Ele havia levantado rapidamente e estava na minha frente, perto demais. Sua respiração batia ofegante no meu rosto. Ele me encarava totalmente obcecado e furioso. 
Os punhos dele estavam fechados, as veias de seu braço estavam saltando e parecia que sua corrente sanguínea iria explodir.
Ele foi se acalmando e sua respiração normalizou. Se sentou novamente e passou as mãos pela raiz do cabelo, puxando-o pra cima, e os soltou rapidamente. Levantou sem se quer falar algo, e andou uns 10 passos e parou.

-Você vem ou não?

Não respondi nada. Apenas andei até ele e continuamos a caminhada pelo campo de volta ao grupo com os alunos e o professor. Vitor passou seu braço pela minha cintura ao chegar.

-Se acalmou Vitor?
-É.
-Ainda tem condições de jogar?
-Sim.
-Ok. Chaz, Bia, Lean, é com vocês.

Olhei para Chaz e assenti positivamente. Vitor saiu andando para seu lugar, ainda com raiva. Fomos cada um para seu lugar e o professor apitou. Lean estava onde Caitlin havia se posicionado no começo dos jogos. Ele jogou a bola e rebati, correndo logo em seguida. Vitor fez o mesmo. Jogou o taco no chão e começou a correr do lado oposto do meu circuito. Cheguei ao mesmo tempo que Vitor, trombando brutalmente com ele e caindo no chão. A queda foi bem mais forte do que a que tive com Christian. Meu braço agora ardia, todo ralado. Meu coração parecia que todos podiam ouvir. Ele me encarou e levantou, batendo a mão nas calças para tirar toda a areia que ficou em sua calça. Chaz correu até onde eu estava e me ajudou a levantar.

-Cretino.
-Deixa quieto, Chaz.
-Ele te machucou! Ele não te ajudou, ele não pode fazer isso!
-Chaz, eu já disse pra deixar quieto!
-Mas Bia, ele..
-Chaz, chega! Não quero mais confusão. Só preciso sentar, tô meio tonta.
-Vou te levar na enfermaria.
-Chaz, não precisa, só tá um pouco ralado, viu? É só um pouco de san..
Minhas pernas haviam dobrado, tudo ao meu redor girou como se eu estivesse dançando balé. Ficou tudo escuro e caí em questão de segundos. Acredito que se não fosse por Chaz, eu estaria no chão, apagada.

...
CONTINUA!

Minhas princesas, mil perdões pelas promessas descumpridas!

Primeiramente, quero avisar que a Summertimes Sadness vai parar por um tempo. Eu a exclui do blog porque a Mari (autora) vai começar tudo do comecinho, e depois vai me mandar pra postar, e isso vai demorar um pouquinho, nos perdoem).

Enfim, eu juro que se eu tivesse tempo eu ia postar um pouco antes, mas agora eu estou em um colégio integral, e eu fico a tarde toda lá. Peço desculpas pelo tempo que eu podia muito bem ter postado mas não fiz isso por preguiça, admito. Mas ultimamente eu ando precisando de descanso. Me desculpem mais uma vez, espero que me entendam. Não se preocupem, mesmo que eu demore pra postar, eu tenho os capítulos prontos aqui, então quando eu tiver um tempinho livre, EU PROMETO me dedicar à vocês! Eu sei que tem muita gente que lê e não comenta por má vontade/preguiça. Por favor gente, comentem pelo menos um "continua" ou um adjetivo que vocês acham que o blog tem. (exemplo: ruim, bom, pode melhorar, etc)
Por favor, para saber mais detalhes da fic, me chamem no twitter, perguntem, mandem ideias, etc —> @planetofvick
Espero que me entendam. Eu odeio dizer isso, mas eu vou demorar pelo menos uma semana pra poder postar. Me perdoem, por favor?! Vocês não sabem o quanto a palavra de vocês me ajudam. Obrigada por vocês gostarem da fic, e um obrigada especial para a autora do comentário no último post "Continua pf !!" ♥
Eu amo vocês!
xoxo, Vick ;*