terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Everything is gonna be alright - 13º Capítulo

"Our time is running out, you can't push it underground, We can't stop it screaming out, how did it come to this?" -Time is running out, Muse. 

3 meses e 4 dias. Segunda-feira, 4 de março de 2013.

Mais uma semana começou. Ele Não foi mais à escola. Chaz foi algumas vezes em casa, mas também não demorou muito pra ele parar de ir. Jamylle, Ryan, Christian e Caitlin me evitam. E eu? Eu continuei com o psicopata do Vitor e as ameaças dele.

Acordei com a mensagem de Vitor no meu celular.
 "Bom dia, princesa!", dizia. Nem respondi. Levantei-me e fui direto tomar banho. Ao sair, penteei o cabelo e escovei os dentes ao mesmo tempo. Terminei tudo e desci com a mochila. Antes de entrar na cozinha, escutei Kath dizer: "Quero a Bia de volta, não é ela que está lá em cima!"
Isso fez com que eu me sentisse mais do que um grande lixo, mas respirei fundo e entrei. Minha mãe logo ia perceber que eu não estava bem, então tentei não ter muito contato visual. 

-Bom dia querida. -Minha mãe disse.
-Bom dia..Oi Kath.
-Oi.

Comi em silêncio. Minha mãe terminou primeiro, então se levantou e saiu, dirigindo-se à sala para arrumar suas coisas.

-Está brava comigo, não é? -Quebrei o silêncio.
-Não.
-Se não está, porque não está falando direito comigo?
-Você não vai mais no meu quarto.
-Me desculpa?
-Não.
-Por favor?
-Não.
-Só vai dizer não?
-Não.
-Então diz outra coisa.
-Não.
-Kath, me desculpa, por favor?
-Você não vai mais no meu quarto, você esqueceu de mim.
-Eu estava fazendo trabalhos da escola, meu amor.
-Mentira, porque ontem você tava vendo a tv falando do seu namorado famoso.
-Quem? mas..o que? Isso não acaba nunca?
-E não deve acabar tão cedo, porque toda hora falam dele.
-São só mentiras, Justin nem é mais meu amigo.
-Amigo beija na bochecha e você deu beijo na boca, apareceu lá e eu vi.
-Kath, entenda. Estou com o Vitor, não com o Justin.
-É por isso que você não vai mais no meu quarto. Só pensa nele e esquece de mim.
-Me perdoa princesa?
-Você vai hoje?
-Prometo.
-Tá. Então te desculpo.
-Te amo minha pequena.
-Eu também minha feia.
-O que? De que você me chamou?
-Feiaaaaa!
-Ah não! Vem aqui!- Fiz cócegas nela.
Katherine era a única que eu podia rir de verdade e que eu sei que nunca mentiria pra mim. Enquanto brincávamos e ela terminava seu café, Vitor chegou à porta de casa com sua buzina ambulante. Me despedi de Kath e de minha mãe e sai com a mochila nas costas em um dos ombros. Logo, cheguei ao carro e entrei.

((Escutem Who is, Bruno Mars)) 
((aconselhavelmente, esperem a letra começar))

-Hello baby!
-Oi.
-Tudo bem?
-Sim, tirando você me obrigar a fazer coisas que não quero.
-Também estou bem.

Revirei os olhos.

-Não mereço um beijo?
-Não.
-Suas amigas estão na janela sabia? Por favor, não vire para trás. -Ele piscou, sarcástico.
-Sério? -Perguntei, irônica.
-O que? é verdade.
-Não to falando delas. Você tá pedindo por favor?
-Sim, algum problema?

Gargalhei.

-Você é muito falso Vitor, meu Deussss!
-Ué, nada demais, sempre peço. Quando eu quero, mas peço. 
-É algo demais sim, você é o Vitor!
-Admite vai! Você se amarra em mim que eu sei. -Ele sorriu. 
-Não ferra Vitor. -Cruzei os braços, olhando pra janela do carro. Ele ficou me encarando e senti meu rosto corar. Virei-me para ele.
-Para Vitor, que saco! Não gosto quando ficam me encarando! -Protestei.
-É, eu sei.
-Então porque continua se sabe disso?
-Porque eu amo quando você fica vermelha.

Fiquei olhando pra ele em silêncio por segundos enquanto ele sorria e olhava nos meus olhos. Me virei novamente. Ele riu, abaixando a cabeça. Quando a levantou, puxou meu rosto, segurando minha nuca rapidamente, antes que eu percebesse. Senti meu corpo arrepiar e gelar enquanto meu coração acelerava. Ele fez o que eu não imaginava. Não naquele momento. Tudo do meu passado automaticamente voltaram, vagando pela minha mente.
As dores também.
 Sim, ele estava me beijando.
 Seu beijo intenso me dominou. Havia muito tempo eu não sentia isso. Exceto aquela primeira noite. Eu não deixei ele me beijar sempre quando ele queria, mesmo na frente de alguém. E mesmo que ele me beijasse, eu não me envolvia como agora.
 Ele era completamente dominador. Não conseguia me controlar, nem ele. Consegui recuar ao perceber que contribui o beijo, mas seu rosto continuou colado ao meu.

-Não faz isso comigo.. -Murmurou.
-Isso o que? -Disse, ainda recuperando o ar.
-Você me deixa louco mesmo depois de tanto tempo.
-Não deveria.
-Não consigo.
-Tente!
-Estou tentando!
-Não parece.
-Eu não consigo!
-Tem que conseguir!
-De onde vem a força?
-Do mesmo lugar de onde veio sua coragem para me trair.
-Mas eu não sou capaz de sentir por outra, o que eu sinto por você.
-Conseguiu uma vez, por que não a segunda?
-E quem disse que um dia deixei de ser louco por você para amar outra?

Fiquei em silêncio por segundos, encarando-o. E ele me beijou de novo. Ele envolvia seus braços contra minha cintura, e eu em seu pescoço. Não conseguia parar, o beijo dele me deixava de um jeito que ninguém mais deixava. Foi uma nostalgia muito grande. Sentimentos que eu havia deletado de minha vida reapareceram. Foi uma recaída fatal. 

-Vitor, a aula..-Lembrei-o.
-arrrghh! -Arquejou.
-Vamos.
-Só mais um minuto?
-Não, já chega. Não era pra isso acontecer. -Me afastei.
-Você gostou..
-Vamos Vitor.
-Me responde!
-Não!
-Admite!
-Nunca!
-Você ainda me ama.
-Sempre convencido!
-Mas é a verdade.
-Vitor, eu vou descer desse carro se você não ir logo.
-Ok, vamos.

Ele ligou o carro, dando a partida. No caminho ainda tentou me fazer admitir que gostei, mas neguei até chegarmos na escola.
 Chegamos no estacionamento da escola e lá estava Ryan, Christian, Chaz e..uma garota. Morena, alta e cabelo comprido. Pouco menor que Chaz. Eles estavam de mãos dadas. Chaz está namorando e não me disse nada? Vou matá-lo. Avistei Jamy e Cait se aproximando do grupo. "Meninos!!", gritaram. Ao chegarem de encontro à eles, Ryan e Jamy se abraçaram, Cait cumprimentou todos e virou-se, procurando algo/alguém. Chaz percebeu a presença do carro do Vitor e nos encarou. Seguiu, com os olhos, o caminho que ele fez com o carro.
-Bia, você ouviu?
-O que?
-O que eu falei.
-Sim.
-O que eu disse?
-é..que..você...TÁ, eu não prestei atenção.

Bufei e desci do carro. Ele desceu junto com minha mochila na mão e a dele em um dos ombros. Peguei a mochila da mão dele, colocando-a no ombro. Quando voltei a olhar para o grupo, Chaz já havia virado. Vitor encostou no carro e se virou, me obrigando a encostar também. Ainda tínhamos 15 minutos para entrar. Procurei-o no meio do grupo, mas não o encontrei, como todos os dias desses 3 meses.

-Porque você é assim?
-Assim como?
-Uma hora quer me beijar, depois não quer.
-Não quero te beijar, você que me segura.
-Não, você contribui, é diferente.
-Nada diferente, não pira vai.
-É sim, você que não quer deixar de ser orgulhosa.
 - E você, que uma hora tá todo nervoso parecendo que vai explodir, exige um monte de coisa e me trata mal, depois você é encantador e parece ser outra pessoa.
-Você me obriga a...Sou encantador é?
-Ai Vitor. Acorda.
-Ah, qual é? Sempre sou o mesmo com você!
-Ah, mas não mesmo! Meses atrás você quase me bateu por ter batido a porta do carro, hoje você tá todo..sei lá, estranho. Você não é assim, passamos quase 3 anos juntos Vitor, eu te conheço.
-Se você fala tanto que me conhece e ainda lembra dos 3 anos que ficamos juntos é porque ainda me quer de volta.
-Não muda de assunto.
-Não tô mudando, tem tudo a ver. Você sempre fala alguma coisa que envolve esses 3 anos. Sempre.
-Eu lembro porque não quero cometer um erro 2 vezes.
-Dá pra perceber que você não esqueceu disso. E nunca vai esquecer.
-Tem como?

Ele virou a cabeça, demonstrando sua raiva quando toco nesse assunto.

-Tchau Vitor. -Me desencostei do carro e andei em direção a porta de entrada.
Ele me puxou pelo pulso, segurando minha cintura, me girando e fazendo encostar no carro de frente pra ele.
-Admite.
-Não!
-Anda!
-Eu vou gritar!
-Não.
-Vou sim!
-Grita então.

Me impulsionei para gritar, mas antes de eu conseguir pelo menos respirar, ele pressionou seus lábios nos meus com toda sua força.
 Tentei me desvencilhar dele e não o deixar aprofundar o beijo, mas a pressão que ele fazia contra meus lábios era mais forte. Mesmo me esforçando ao máximo pra não deixar que aquilo passasse de um selinho, senti meus músculos cederem à pressão que ele exercia. Eu me debatia contra ele, tentando me soltar, mas ele estava tão colado em mim que eu mal conseguia mexer qualquer músculo. Sem pensar, eu o mordi, fazendo-o recuar e se curvar, protegendo a boca com a mão.

-VOCÊ ME MORDEU!
-Você não me deu escolhas!
-Isso dói sabia?
-Jura? Não sabia não, porque eu nunca tentei beijar alguém à força.
-Você me obrigou!
-Sempre te obrigo a fazer tudo agora?
-Claro! Você me deixa louco!
-Não vem com essa.
-Eu não te entendo.
-Nunca entendeu, não é agora que vai entender.
-Tá vendo?
-O que?
-O seu jeito!
-Eu te disse, eu não contribuí nada.
-Orgulhosa.
-Irritante.
-Chata.
-Insuportável.
-Que você ama.. -Ele riu.
-Ai Vitor, eu vou pra aula, e se você não vem, tomara que sua boca sangre tanto que você tenha uma hemorragia! Tchau. 

Andei depressa, antes que ele tivesse alguma reação. Ele trancou o carro e veio atrás de mim, acompanhando meus passos rápidos.

-Você é muito marrenta sabia? -Ele disse, ainda com a mão na boca.
-É? Legal.
-Para com isso, sério. -Ele me segurou, fazendo-me parar.
-Me solta.
-Mas você..
-Vamos Vitor, me solta! -Puxei meu braço.- Se você não andar logo vai perder sua primeira aula. -Lembrei-o.

Ele arquejou e andou ao meu lado, em silêncio. Ao passar pelo grupo, abaixei a cabeça, olhando para Chaz ainda abraçado com a garota. 
Ele realmente não veio.
Vitor me acompanhou até a sala.

-Não vejo a hora disso acabar. -Murmurei.
-E eu espero que o tempo pare.

Arquejei e revirei os olhos.

-Só estou garantindo que você não vá fazer algo que não deve.
-Tenho aula só com Chaz, Jamy e Ryan hoje.
-E o Bieber?

Não respondi, comprimindo meus lábios e fechando os olhos.

-Amor, tá tudo bem?
-Não me chama de amor! -Sussurrei, ainda com os olhos fechados.
-É, você tá bem sim.
-Engraçadão você, hein.
-Você não me respondeu.
-O que?
-O Bieber é dessa aula?
-Acho que ele não veio.
-Então era isso que estava te distraindo..
-Sim, era isso mesmo. E você? Tá aqui por causa dele ou por causa da Alice, que é da sala do lado?
-Ela veio? -Ele tentou disfarçar, rindo sem nenhum humor.
-Não sabe mentir, nem disfarçar!
-Não viaja Beatriz!
-Veio procurá-la!
 -Você ainda se importa com isso? Ainda se importa comigo!
-Tchau.
-Hey!
-O que?
-Te amo.
-Te odeio.
-Me ama.
-Nojento!
-Ama muito!

Entrei na sala, deixando-o falando sozinho, e me sentei. Do meu lugar, pude ver Ryan, Jamy, Chaz e sua "amiguinha" entrarem e se dirigir aos seus devidos lugares. A garota sentou no meu antigo lugar, onde eu sentava antes de tudo acontecer. Atrás de Chaz, ao lado de Jamy e Ryan. 
A aula de Inglês passou devagar demais. Nos primeiros 50 minutos de tortura do dia, o professor disse à todos para que formassem grupos de 5 pessoas. Todos juntaram-se rapidamente, criando os grupos com as mesas juntas. E nesses minutos eu queria que Caitlin fosse da nossa primeira aula. Droga. 
Eu fiquei sozinha por ser a primeira da última fileira da sala. Todos em minha volta estavam juntos em grupos limitados. Somente um grupo havia ficado sem 1 para completar. O grupo de Chaz. Então o professor me colocou no grupo dele. Ao chegar lá, Jamy sorriu, a garota virou a cara, tímida, Ryan organizou a minha parte da mesa e Chaz chegou para o lado para que eu conseguisse me encaixar no meio deles.

-Oi Bia, senti sua falta amiga! -Jamy puxou assunto.
-Sentimos! -Acrescentou Ryan.
-O que houve pro Vitor não estar com você? Ele faltou? -Chaz murmurou, sarcástico.
-Não, ele é de outra sala agora de manhã. 
-Ah.

A garota qual eu não conhecia não disse nada até que Jamy me apresentasse.

 -Hey, essa é Adrielle, namorada do Chaz!
-Sério? Que legal! Onde se conheceram?
-No boliche. Mês passado. -Disse Chaz.
-Hmm, legal! Felicidades pra vocês..Eu sou Beatriz. -Sorri e me apresentei, esticando a mão para cumprimentá-la.
-Obrigada. Me mudei há 2 meses. Por isso só comecei a vir pra escola agora. Pode me chamar de Dri, se quiser. -Ela sorriu.

Depois disso, nós fizemos a tarefa e cada um voltou ao seu lugar. O sinal tocou, saí da sala e fui direto ao meu armário. Quando fechei-o, Chaz estava ao meu lado sem que eu percebesse.

-Nossa, mas todo mundo gosta de fazer isso comigo né?
-Isso o que?
-Me assustar atrás do armário. -Nós rimos.
-Não sentiu falta de nada?
-Sim.
-De que?
-Você sabe.
-Eu sei?
-Claro que sabe.
-Sério, não sei.
-Chaz, para.
-O que?
-Você sabe.
-Tenho bola de cristal agora pra saber tudo?
-Não, mas você quer que o Vitor escute?
-Não, eu quero que você fale antes dele chegar.
-Não vou falar.
-Fala..?
-Mas falar o quê?
-Fale : Eu senti falta..
-Tá, eu senti falta do meu melhor amigo lindo, Chaz. 
-Eu sei. Só queria que você admitisse. -Ele riu.
-Mas eu não nego.
-Hm, tá.
-E sua namorada nova? Quanto tá pagando pra ela fingir?
-Ela não tá fingindo tá?
-Hm, tá. -Imitei-o.
-Vai na educação física hoje?
-Sim, e você?
-Mas é claro! Hoje tem baseboll!
-Mentira? Finalmente!
-Pois é, podemos ser do mesmo time! Vamos acabar com aqueles otários.
-Claro, ninguém é melhor nós dois! Espero que o professor nos colo..NÃO CHAZ, EU JÁ DISSE, ESTOU COM ELE AGORA. VITOR É MEU NAMORADO SIM, MESMO DEPOIS DISSO. EU O AMO. AGORA VÊ SE PARA DE ME PERTURBAR. -Pisquei, disfarçando.
-ãhn? ah, O QUÊ? VOCÊ NÃO PODE FAZER ISSO COMIGO! NÃO PODE FAZER ISSO COM A NOSSA AMIZADE POR CAUSA DESSE BABACA! -Chaz 'pareceu' revoltado.
-POSSO E VOU! Não quero mais te ver Chaz. Você já era pra mim!

Vitor apareceu, como deduzi.

-Algum problema Bia?
-Não. Já resolvi.
-Vamos então?
-Claro! - Olhei e pisquei para Chaz sem Vitor perceber, e ele riu baixo.

Fomos para a sala de aula de Geoquímica juntos, e chegando lá, vimos Alice-puta-semi-nua sentada no meu lugar. Ela estava mascando brutalmente seu 596º chiclete.
N O J O.
 Arquejei ao lado de Vitor, pra ele ouvir em alto em bom tom que aquilo não seria nada agradável. Ele entrelaçou nossos dedos e me guiou para nossos lugares. E pelo jeito que ela olhou pra ele, estava só faltando ela tatuar na testa que queria dar pra ele.

-Eai casal vinte, tudo bem? -Ela se empinou toda, apoiando os cotovelos na mesa, agora mascando seu chiclete de boca aberta.
-Alice, pega leve. Vaza.
-Pega leve? Não tinha algo melhor pra dizer não? -Me intrometi.
-Nossa Vitor, por quê tá falando desse jeito? Nunca falou assim comigo..O que houve? Ela ta com medo de deixar o namoradinho sozinho é?
-Quer que eu fale o que? -ele ergueu os braços, com a mão ainda entrelaçada com a minha. - E você, cala a boca. -Ele falou apontando à Alice. 
-Não Vitor. -Protestei- Deixa, aliás não tem problema algum de nós não sentarmos juntos, certo?
-É..claro..

Ele só faltou me matar com seus olhos fuzilantes.
Sentei-me o mais longe possível dos dois, no fundo da sala. Porém, meu ato não foi um sucesso, pois a diretora havia entrado em todas as salas mandando todos os alunos irem para a quadra fechada, junto com seus devidos pertences. Afinal, era lá o único lugar onde todos os alunos de toda a escola cabiam.
Levantei-me com a mochila nas costas, saindo primeiro que Vitor. Cheguei lá primeiro que ele também, mas pude ver meus amigos rindo, em um canto onde haviam encontrado para ficar durante o recado.
Fiquei o mais distante possível, tentando não me incomodar com a felicidade deles. Alice veio logo depois que Vitor, que imediatamente me viu. Esses dois me dão nojo.
Ele veio em minha direção, e quando Alice percebeu, mudou seu rumo. Provavelmente queria que o Vitor sentasse em algum lugar longe de mim para poder se atirar nele. E eu também queria que ele fizesse o mesmo.

-Ficou com ciúme? -Ao chegar, ele sentou ao meu lado, na 5º arquibancada acima do chão.
-De você? Nunca.
-Ficou sim! Ficou vermelha de raiva quando ela falou que estava com medo de me deixar sozinho com ela!
-Fiquei com raiva dela, não do que ela disse!
-Tá.
-Tá.
-Ok.
-Ok.
-Tudo bem.
-Tô falando sério.
-Eu finjo que acredito.
-Eu não estou mentindo.
-E eu não estou falando nada.
-Ai, Você acaba com o meu dia.
-E você faz o meu muito melhor.
Arquejei, olhando pro lado. Ele tentou falar comigo mais algumas vezes, mas eu o ignorei, olhando para a diretora se posicionando no meio da quadra com um papel na mão esquerda e o microfone na mão direita.
-Bom dia queridos alunos, estou aqui para declarar que teremos a partir desta data, salas e horários definidos para todos. Reclamações eram frequentes em relação a isso, então decidimos classificar ano por ano com aulas definidas. Quero que se juntem aqui a sala do primeiro ano. -Assim, todos obedeceram, e ela deu suas classes. Logo, eles seguiram a suas salas. 
-Agora, quero que se posicionem todos do segundo ano. -E então, eu, Vitor, e todos que fazem aula comigo se posicionaram em frente à ela.

O professor de educação Física estava à direita, e o de Filosofia, à esquerda.
-Adrielle Muniz, Alice Stroke, Beatriz Yanks, Bridgit West, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Christian Beadles, Daniel Cleward, Ivy Razen, Justin Bieber, Kristen Han, Lean Jetay, Marien Leniew, Melanie Lewins, Ryan Butler, Rich Hant, Scarlett Benson, Travor Clowes, Vitor Blake.

Ela mencionou todos de uma vez.

-Vocês irão para a sala 1 do segundo ano, e os outros 20 irão para a sala 2. Podem ir e continuar suas aulas.
E não demorou muito para a sala seguir até a sala de posse do segundo ano. Classe 1, terceiro andar. Preferia ser da classe 32, lá em baixo, que não precisava de subir 97649562 lances de escadas. Sim, eu pareço uma sedentária. Se os acima do peso dessa sala não terminarem o ano letivo magros é porque ninguém quer.
Como de costume, sentei na última fileira da sala, na última carteira, mas o professor fez um maldito mapa de classe.


CONTINUA! KLÇJCJBLHBVBKLJ
PRIMEIRAMENTE, ME DESCULPEM POR DEMORAR TANTO PRA POSTAR.
Mas eu posso explicar o porque demorei tanto assim.
Bom, a primeira coisa é que eu tava escrevendo os capítulos 14º ao 18º, ou seja, não vou demorar muito pra postar o próximo.
A segunda coisa é que eu tava lendo uma fanfic completa. E quando eu leio uma fanfic completa, eu não paro hahahahahahah...
A terceira coisa é que minha internet tava um lixo (molden), então eu não estava conseguindo entrar, nem se eu fizesse a pior mandinga! Mas a minha mamãe linda-perfeita-maravilhosa trocou pra uma internet livre, agora só falta chegar, clap clap clap clappp!
 Vou conseguir postar mais rápido ainda! 
Obrigada pela compreensão de vocês minhas pequenas leitoras <333
Desejo à vocês um Feliz Natal e Ano Novo!!!
Beijinhos de luzzzz, @planetofvick ;*

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Everything is gonna be alright - 12º capítulo

I'm oveboard and I need your love. - Oveboard, Justin Bieber.

-CHEGA! -Gritei.
Os dois me olharam em silêncio. Mandei um se afastar do outro. Logo, eu estava no meio dos dois.
-Vitor, se acalma! Chaz, vá embora por favor!
-E te deixar sozinha aqui, COM ELE? Nem pensar. Não sairei daqui enquanto estiver no mesmo lugar que esse cara.
-Chaz, por favor! Vá, agora!
-Bia, não!- Ele insistiu.
-CHAZ! Estou pedindo, depois falo contigo!
E ele se foi, bufando. Me virei para Vitor, e ele me observava, sério, com o queixo apoiado na mão.
-Nossa, nunca pensei que fosse tão boa assim, parabéns pelo teatro!
-Teatro nada, agora me escuta. VOCÊ tá criando tudo isso, você é o único problema aqui. Porque não aceita que me perdeu de vez e vai embora logo? Não aguento mais ignorá-los dessa maneira. Hoje é o primeiro dia e eu não aguento mais!
-Porque você continua sendo minha de qualquer forma, onde eu estiver!
-Você não vai me prender assim por tanto tempo.
-Veremos.- Ele andou para trás e mandou beijos com a mão, indo embora.
Segurei minhas lágrimas até ele ir, depois desabei. Não aguento ter que ser tão rude e ignorante com as pessoas que eu mais amo. Eu não vou suportar. Não por muito tempo.
...
Chegando em casa, entrei e subi direto ao meu quarto. Ali era o único lugar onde eu conseguia relaxar. Ainda chorando, fui tomar banho. Depois de quase uma hora, saí do banheiro. Meu celular (ou melhor, berrante) tocava. Quando o peguei, desligaram.
22 chamadas perdidas. Vitor, é claro. Quem mais poderia ser?! O celular tocou novamente, atendi.

-Fala, insuportável.
-PODE ME DIZER QUE FOTOS SÃO ESSAS?
-Que fotos? Não sei do que está falando!
-Suas e do Bieber.
-O QUE? ONDE ESTÃO?
-Televisão, internet, TUDO!
Desliguei o celular e corri ao controle da tv. Liguei o computador também, para saber o que diziam. E a voz de uma apresentadora chegou da televisão.

"E agora, o romance de Justin Bieber! Foi descoberto por um paparazzi que o seguiu após a escola onde o astro está estudando. Ele saiu com o carro da garota, Beatriz Yanks. Quando chegaram á casa e mais dois carros logo depois, entraram e ficaram por horas, e quando saíram, Justin surpreendeu a garota com um beijo, não é fofo?! E na semana passada Justin foi pego saindo de um boliche com uma garota, que supostamente pode ter sido Beatriz. As únicas que não acharam a notícia muito boa foram as beliebers! É, parece que elas não gostaram muito não, hahahaha. E descobriram até as redes sociais da garota! É, por elas esse romance não dará muito certo não. Justin ainda não confirmou nada, mas pelo que podemos ver, a relação está ficando cada vez mais forte."

-MEU DEUSSSSSSSSSS, NÃO ACREDITO!!!- Foram as únicas coisas que saíram de minha boca. Entrei no twitter e facebook, e mais de 150 milhões seguidores e assinantes! Nunca cheguei nesse recorde. Meu celular começou a tocar novamente, mas era outro toque. Número desconhecido, que ótimo.

-Alô?
-Beatriz Yanks?
-Sim, sou eu.
-Olá Beatriz, sou do programa Stars News, Bridgit Lewins, você gostaria participar de uma entrevista?
-É..eu..não sei, eu vou pensar, pode me ligar depois?
-Claro. Obrigada querida. Até mais tarde.
-De nada! Até.

Desliguei o celular, boquiaberta. Não acreditei quando uma jornalista descobriu meu celular e me ligou pra agendar uma entrevista. Mil perguntas estão passando pela minha cabeça agora. Logo, meu celular tocou novamente, mas com um número restrito. Atendi.

-Alô?
-Escuta aqui sua vadia, você não vai se envolver com o MEU Justin, ele é MEU você tá entendendo? Se não, te dou dois dias pra se afastar dele! Eu tô avisando! 2 DIAS! Se não te mato. TE MATO.
-Mas..
-Tchau!

Tá, me fizeram uma ameaça de morte via celular, tão falando que estou namorando o Justin e estou entrando em pânico. O que eu vou fazer? Como vou poder sair sem ser cercada por paparazzi ou beliebers com raiva de mim querendo me matar? O telefone tocou de novo.

-AI, QUEM É?
-Eu, Chaz. Desce e abre a porta agora antes que alguém ou o Vitor veja, e não tente me enganar dizendo que não está em casa por que a chave não tá embaixo do tapete.
-Tá, tô decendo.

Desci correndo ao encontro de Chaz. Mas, como ele não ficou mal com tudo o que eu disse? Abri a porta e ele entrou. Ele estava de touca e óculos. Fechei a porta e eu o abracei forte. Era o único que percebeu minha mentira. Acho que ele tem o dom de saber que eu tô mentindo ou algo do tipo. O abraço dele me conforta de uma tal maneira que me deixa mais sensível e também mais confiante. Sei lá, o Chaz me faz sentir uma coisa muito diferente. Não sei definir, só sei que apenas ele pode me fazer melhor quando estou nesses momentos.

-Eu sabia que você tava mentindo.
-Chaz eu, eu não..
-Sshhh, não precisa se explicar, eu sei muito bem o que aquele canalha é capaz de fazer com você. -Ele aterrou minha cabeça em seu ombro e acariciou. Logo, senti minhas lágrimas escorrerem pelo meu rosto, deixando sua blusa encharcada.
-Desculpe..
-Não tem de que se desculpar, estou aqui pra isso. Vou cuidar de você. É pra isso que serve os melhores amigos.
-Oun Chaz, você vai me matar desse jeito, para!
-Parar porque? Eu adoro ver você sorrir chorando.
Eu gargalhei. Não tem como não rir ao lado de Chaz.
-Isso, assim mesmo.
-Mas, enfim..o que ele te contou?
-Justin?
-Sim. O que ele disse?
-Ah, ele falou que ontem depois de sairmos daqui, ele ia sair com você, mas alguém apareceu e...Ele não lembra de mais nada, só de você chorando e depois beijando o Vitor na frente dele. E de quando os caras o jogaram na rua. 
-E tudo isso por minha culpa! ARRRGH! -Andei pela sala.
-Não, não é culpa sua. -Ele andou atrás.
-É sim Chaz, se não fosse por mim, Vitor não teria voltado. Não teria ido atrás de Justin. Não teria acontecido nada disso. -Parei na frente dele.
-Quem mandou ser tão linda e namorar com o cara?
Eu ri.
-Para, não tô brincando!
-Eu também não! ahahahahahha
-Tá sim, paraaa! -Gargalhei.
-Viu, é isso que eu quero. Você tem que sorrir. Rir. Gargalhar. É essa a Beatriz que eu conheço de verdade. Não tem que se redimir por causa dele.
-Mas Chaz, ele me obrigou a me afastar de vocês, do Justin!
-E enquanto você aceitar, mais ele vai mandar em você!
-Mas ele..
-Ele?
-Ele tem..é..ele..
-ELE OQUE MENINA?
-ELE OS AMEAÇOU. ELE ME AMEAÇOU. ELE É PERIGOSO. TENHO MEDO. MEDO DE PERDER UM DE VOCÊS. MEDO DE PERDER VOCÊ. É POR ISSO QUE ESTOU FAZENDO ISSO. POR VOCÊS. POR VOCÊS QUE ESTOU tendo que me afastar..
-Não acredito. EU NÃO ACREDITO! Canalha!
-Pois é, mas você não pode falar nada pra ninguém!
-MAS BIA?!
-Mas nada Chaz, ele não sabe que mais alguém além de mim sabe disso. Era pra eu estar te ignorando agora. Então por favor, colabora.
-Mas o que você vai fazer?
-Eu não sei.

Ficamos em silêncio por mais uns minutos. Passamos a tarde toda tentando pensar em algo, mas nada veio à mente. Ele foi embora. Subi e me tranquei no quarto. A única coisa que eu não queria era ter que contar pra minha mãe tudo que estava acontecendo. E se foi mais uma noite de medo e angústia.

[...]
CONTINUA.

Geeeeeeeeeente sçdfjvsljjfjdfl
grandes revelações esse capítulo hein? uahauhahua
Me desculpo mais uma vez por ter vacilado com vocês e não ter postado. Agora vou voltar a postar mais. Prometo! hahahahah
Dúvidas: twitter
Perguntas: ask.fm
Flw bebezonas, comentem por favorrr!
 Beijinhos da vivica ;*

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Everything is gonna be alright - 11º capítulo

"I should be all the butterflies, but I'm still into you."- Still into you, Paramore.

Stroke. Alice Stroke. Não creio, ela não mudou nada. Vadia. Olha o Vitor, ainda baba por ela. Peraí, Vitor? 
-Vitor!- Cutuquei ele. Ele estava paralisado.
-Oi..ah, oi amor.- Ele disse, voltando pra Terra.
-Você ainda baba por ela.- Já era de se esperar.
-Ela quem?- Ele tentou disfarçar.
-Ela quem? a Alice. Tá todo bobo ai porque ela voltou.- Respondi como não se fosse óbvio.
-Alice? hahaha passado. Só tenho olhos pra você amor.- Ainda tentando disfarçar, acariciou meu rosto.
-Sai Vitor, que você morra por ela. Tô nem ai, pode ir lá falar com ela. Aproveita e termina comigo pra ficar com ela como fez há..- Ele me interrompeu.
-Não ouse dizer isso.- Ele engrossou a voz, falando baixo.
-Os pombinhos querem compartilhar a conversa com o resto da sala?- O professor se aproximou de nós.
-Não, senhor.- Vitor respondeu, se virando pra frente e olhando para baixo.
-Então espero que fiquem quietos para que eu possa apresentar a nova aluna da turma de vocês.- Ele se virou e continuou. - Bom pessoal, essa é Alice Stroke, ela é a nova colega de classe da aula de Ciências de vocês. Espero que a tratem com respeito e a ajudem com o novo horário.- Ao terminar, o professor sentou-se em silêncio. Alice entrou. Enquanto andava, procurava por alguém. Olhava pra todos na sala, até me ver. Sorriu e andou em minha direção.
-Bia, quanto tempo!- Ridiculamente, me cumprimentou na frente de todos.
-Oi, Alice. Pois é, muito tempo.- Sorri para disfarçar.
-Bastante né? ah, não acredito. Vitor! É você mesmo?- Se fez de desentendida.
-Oi, Alice. É, sou eu! Faz tempo que a gente não se vê né?!- Ele viajou, só pode.
-A Senhorita pode sentar atrás da Beatriz, Alice. Mas deixem a conversa pra depois, certo?- O professor atrapalhou.
-Claro, professor.- Ela se sentou na cadeira vaga, logo atrás de mim. 
As 3 aulas passaram lentamente, e finalmente o sinal tocou para o intervalo. Foi completamente entediante aguentar a Stroke falando no meu ouvido com aquela voz irritante dela, como se ela não tivesse feito nada. Por alguns minutos, consegui me distanciar de Vitor. Ele controlava cada passo que eu dava. Corri até meu armário e troquei os livros. Quando fechei, Alice estava encostada ao meu lado e eu não percebi.
-Olá baby Yanks, hahaha.
-Mas já?- Perguntei usando toda a minha ironia.
Percebi o ódio em seus olhos.

-Claaaaaro amor, é um íma que nos gruda!- Ela riu, cínica.
-Era pra rir?
-Não.
-Então tchau!- Tranquei o armário e me virei.
Logo, senti uma de suas mãos me empurrar. Me desequilibrei e caí por cima dos livros. Não tive outra escolha, corri atrás dela.
(escutem nothing like us)
Corri tanto que ao virar o corredor, me bati com alguém.
Um garoto, por sinal. Não era um qualquer garoto. Os braços que me envolviam naquele minuto, esse perfume, as mãos que me seguravam era tão..
       - Justin?
- Bia, você tá bem?
- S-sim, é..então..obrigada.
- De nada amo..Desculpa. - Ele corou.
- Desculpa nada Justin, você não tem que pedir desculpas. Eu te coloquei nessa roubada. A culpa é minha. Você não tinha que ter passado por isso.
- Bia, não tem nada a ver. Olha, você não tem culpa de nada. Esse cara é um babaca. Ele não foi feito pra você.
-Justin..
-Eu fui feito pra você! Eu nunca vi algo tão perfeito quanto você Bia. Você não saiu da minha cabeça desde que a conheci. Por que ainda está com ele depois de tudo que ele te fez ontem?
- Justin, o Vitor..é..ele..sei lá..- Ele me interrompeu novamente.
- Deixa o Vitor e fica comigo Bia, Ele não pode fazer nada contra você, nem contra mim. EU estarei te protegendo. Não há nada melhor do que eu e você, juntos! - Ele me sacudiu um pouco, com os braços, sem me machucar.
- Justin, eu te..ODEIO, SE AFASTA DE MIM! Me esquece! Eu não sou pra você, sou do Vitor. Eu AMO o Vitor! Agora me deixa, e vê se arruma outra. Aliás existem várias atrás de você!
O silêncio tomou conta do corredor. Estava prestes a voar no pescoço dele e dizer que tudo aquilo era mentira, mas percebi que havia alguém além de nós naquele momento. Enquanto segurava minhas lágrimas para não deixar-las escapar pelo meu rosto, vi o rosto de Justin cheio delas. Seus olhos, cor de mel, viraram olhos vermelhos e inchados. Ele me olhou e se virou. Eu tentei não olhar diretamente para ele para não perceber que eu estava mentindo.
- Era tudo que eu mais queria ouvir!- Vitor surgiu logo após Justin desaparecer após virar o corredor.
- Você é um monstro!- Eu disse, olhando-o com desprezo.
- Eu? Não tenho culpa dessa cara ter gostado logo de você, que tem dono!
- Dono? DONO? Eu lá sou cachorro pra ter dono? Olha oque você faz comigo, com todos ao seu redor. Você acaba com a vida de todas as pessoas que te cercam. E outra, o Justin não é apenas "um garoto", ele é O GAROTO. O garoto da MINHA vida! Ele sim me faz feliz. Ele é quem eu amo. Eu podia até sentir algo por você antes de ter ME TRAÍDO COM A VADIA DA ALICE! - Minhas lágrimas transbordavam de meus olhos. Quando terminei de falar, ele me segurou forte pelos braços, me apertando.
- ELA NÃO SIGNIFICA NADA! ELA NUNCA SIGNIFICOU! SÓ FOI MAIS UMA COM QUEM..- Eu o interrompi.
- COM QUEM VOCÊ LEVOU PRA CAMA, COM QUEM VOCÊ TRAIU SUA NAMORADA, COM QUEM VOCÊ SEMPRE TRAMOU SEUS PLANOS, QUEM VOCÊ SEMPRE DESEJOU PORQUE EU NUNCA DEIXEI VOCÊ TOCAR EM MIM!
- É ISSO MESMO, MAS EU NUNCA A AMEI, EU SEMPRE AMEI VOCÊ!
- E EU AMO O JUSTIN!
- NÃO, NÃO VOU PERMITIR ISSO! VOCÊ NUNCA VAI SER DELE!- Ele me segurou mais forte e gritava mais alto que o normal.
- O que tá acontecendo aqui?- Chaz apareceu de repente no corredor.
- Chaz, não!- Eu disse, apavorada.
- Nada que te interesse seu babaca!
- A Bia me interressa. Tenho direito de saber dela mesmo que ela tenha feito a besteira de voltar com você!
- Cara, cai fora.
- Qual foi Vitor? Sou o melhor amigo dela. Você tá gritando feito louco no meio do corredor da escola com ela e ainda quer que ninguém escute?! Piada. E outra, não é por causa que ela voltou com você depois de tudo que fez com ela que eu a deixarei na mão e deixaria de defendê-la. Ela continua sendo minha melhor amiga. Você querendo, ou não.
- Aí playboy, eu tô perdendo a paciência com você. - Ele se aproximou de Chaz.
- Cara, não quero brigar, eu só tô dizendo isso porque quando você fugiu com a Alice, quem ficou aqui com ela foi EU! Enquanto você pagava suas vadias pelo mundo a fora, EU fiquei aqui a consolando!
- E quem pediu?
- Não precisa pedir, eu sou amigo dela. Coisa que você nunca teve e nunca soube oque é!- Chaz se aproximou de Vitor.
- Mas quem decide isso é ela, não é Beatriz?
Vitor olhava nos olhos de Chaz, mas me mostrava a arma que estava pendurada em sua cintura por baixo da bermuda sem que Chaz percebesse..


[...]

C O N T I N U A A A A!!!

Foi big esse hein, meninas?!
Essa semana eu ainda posto o próximo (eu acho), porque tô passando agora o do summertimes sadness p computador..mas se der eu ainda consigo dar uma paradinha p postar ok?
(novo user: @planetofvick) 
Beijujubassss ;*

domingo, 9 de junho de 2013

Everything is gonna be alright - 10º Capítulo.

"A vontade de te ver já é maior que tudo, não existem distâncias no meu novo mundo." -CBJR

Acordei com o despertador tocando. Minha cabeça dói, parece que tem um sino dentro. Aqueles sinos de igreja. Bem grandes. Gigantes.
Levantei meio sonolenta e fui tomar banho. Saí de toalha e arrumei minha roupa. Logo, desci pra comer alguma coisa. Eu estava morrendo de fome.
Enquanto comia, pensava na noite anterior. Justin apanhando.
Vitor me ameaçando. Aquilo me fez apertar o coração. Alguns minutos depois, fui bruscamente tirada dos meus devaneios por uma buzina exagerada de carro. Claro, Vitor. 
Eu não sei como eu ia ter coragem de olhar na cara do Justin e de todo mundo sem falar com ninguém. Como vou ficar sem falar com a minha melhor amiga, que além de estudar comigo, é minha vizinha? E a Caitlin? E o Ryan, o Chris? E os abraços do Chaz? Será que vou conseguir?
Terminei de me arrumar, respirei fundo e saí. Logo, Vitor me esperava do lado de fora do carro.
- Amor!- Ele sorriu.
- Oi Vitor..- Expressei desprezo à ele.
- Mô..você tem que ser mais carinhosa comigo porque além de ser seu namorado, você tem vizinhos!- Ele riu ironicamente e segurou minha mão.
- Que mô oque Vitor, não mesmo. Anda logo que eu quero acabar com essa tortura logo.- O interrompi.
- Pra quê essa pressa meu amor? temos 10 minutos ainda.- Ele puxou meu braço e tentou me beijar.
- Para.- Recuei.
- Para você, oque pensa que está fazendo?- Ele me pressionou.
- Não estamos na frente de ninguém, então não sou obrigada a te amar.- Respondi.
Ele ficou em silêncio por um minuto. Percebi que ele mudou.
-Vamos. - As letras saíram curtas e grossas de sua boca. Apenas obedeci, eu não pudia fazer nada. Entrei no carro e bati a porta.
- Quebra! - Resmungou.
-Eu não teria dó nem piedade. Agora anda logo, quero que essa tortura acabe.- Reclamei.
- Só reclama também né?- Ele reclamou.
- Claro, você tá me chantageando e me obrigando a te namorar. Isso pode ser considerado um crime sabia?- Olhei pra cara dele.
-Isso pode ser considerado um crime sabia?- Ele me imitou e ficou em silêncio.
- Ridículo.- Arquejei.
- Ah, para de reclamar garota. Fica quieta!- Reclamou, olhando o retrovisor.
-Ainda quer que eu não fale nada. Essa é boa.- Ironizei, revirando os olhos.
- É sério caralho, cala a boca.- Ele aumentou o tom de voz. Parecia nervoso. Preocupado.
 Parei de falar e olhei pra trás. Havia um carro nos seguindo. Não foi possível eu ver quem estava dentro do carro. Vitor entrou na área livre do estacionamento e em seguida, o carro que estava atrás de nós também. Ele estacionou e nós descemos. Logo, avistei Chaz, Chris, Jamy, Ryan e Caitlin na escadaria do portão da escola mas eles não me viram. Maravilha, irei ter que passar entre eles e não dizer nada. Não sei se vou conseguir isso.
- Oque tá acontecendo?- Perguntei chegando na frente dele.
- Nada.- Ele engoliu seco e riu ironicamente.
- Eu sei que você tá nervoso Vitor, me fala.- Pressionei-o.
- É sério, não é nada amor.- Percebi que ele olhava sobre meus ombros, algo que estava longe. Disfarçou e voltou a me olhar. Ele passou uma de suas mãos sob meu rosto e a outra segurava minha cintura. Antes que eu pudesse dizer algo ele se aproximou e me beijou. Por um segundo pensei em me afastar, porém lembrei que estavamos na escola, então eu teria que fingir estar envolvida em relacionamento sério com ele.
- Urrg..- Arquejei.
- Não reclama, se não será pior.- Sussurrou.
Sorri ironicamente e ele segurou minha mão, me guiando. Olhei pra escadaria e não vi ninguém. Ainda bem que não iriamos ter que passar no meio deles. Eu não ia aguentar. Quando estávamos quase chegando perto de lá, Justin apareceu nos corredores do estacionamento. Droga, porque agora? Não podia ter esperado a gente entrar? 
Entramos na escola. Todos nos olhavam. Muitos com uma interrogação na testa, pois já sabiam que fui traída há um tempo atrás pelo Vitor.
"Eu não acredito que você voltou com esse cara" foram as únicas palavras que saíram da boca de Chaz quando ele nos viu. Em tom de decepção, ele saiu rapidamente furioso pelo corredor gigante daquela escola. Quase corri atrás dele, se não fosse o Vitor estar ali. Enfim, o sinal tocou e todos entraram. A primeira aula era de Ciências. Jamy era da minha classe. Vitor também, infelizmente. Acabou com meu plano de conversar com ela. Fui obrigada a sentar do outro lado da sala junto com ele. A aula mal começou e eu já queria ir embora. O Professor começou a explicar a matéria nova, porém foi interrompido por uma garota. Loira, olhos escuros, pele clara. Roupas minúsculas (ou melhor, pedaço de pano) e corpo escultural. Não acredito. Não, não, não pode ser. É a..

CONTINUA..
MUAHAHA, curiosas né? Calma que eu vou postar o próximo em breve, porém quero que vocês comentem =( Só pra constar que vocês estão lendo, por favor.
Logo irei postar o 11º capítulo, beijos ;*

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Everything is gonna alright - 9º capítulo

"Nothing can make me feel like you do" - Justin Bieber.

Bia Narrando.

...Meu coração batia forte. Minha cabeça rodava e doía. Eu ainda não sabia oque fazer. Até que não demorou muito, alguém apareceu na porta de novo mas não era o Vitor. Era o cara que me pegou lá na pracinha.
Ele pegou pelo meu braço e me carregou com força até a porta de saída, acho.
Chegamos na calçada e ele me empurrou pra fora e entrou. Eu cai na calçada por falta de equilíbrio e pela força que ele me empurrou.
Logo, vi ele fazer o mesmo com o Justin, mas com muito mais força. 
Corri até ele. Ele continuava deitado no chão, se contorcendo de dor.
Ele estava com manchas roxas no corpo. Seu nariz sangrava um pouco e ele parecia estar meio inconsciente. Não creio que o Vitor foi capaz de fazer isso. Ele estava muito assustado. Senti seu coração bater forte como o meu. Ele estava com muita dor, e mal conseguia falar.
"Hey, eu estou aqui.."- sussurrei, tentando acalmá-lo.
"b..Bia"- Ele sussurrou, por falta de força.
"Sim..está tudo bem Jus..estou aqui com você agora."- Confortei-o.
"Não consigo..não consigo entender. Porque voltou com ele?"- Ele falava com todas as palavras certas, confuso e percebia que seus olhos enchiam de lágrimas. Não, não, não, não posso fazer ele sofrer, ainda mais por mim.
É tortura.
"Justin..eu..foi..me desculpa.."- Não tive palavras para completar a explicação. Eu chorava novamente, não sei como iria conseguir esconder isso dele.
"Não chore, por favor. A escolha é sua, eu apenas quero entender. Mas se não quiser falar sobre isso, não tem problema."- Ele disse passando a mão sobre meu rosto com o olhar torturado.
"Justin eu não..eu não sei como explicar,..na verdade, eu não posso."- Abaixei a cabeça. Não consegui olhar em seus olhos, estavam me partindo o coração.
"PARABÉNS..ME FIZERAM CHORAR COM TANTA MELAÇÃO, AGORA VÊ SE LARGA DO PÉ DA MINHA NAMORADA MANÉ"- Escutei uma voz vindo do portão.
 Sim, era o Vitor.
"Vitor, não..espera..n..AI"- Ele me pegou pelo braço e me levantou.
"Cara, você tá machucando ela!"- Ele disse levantando, só que não conseguia ficar completamente em pé. Ele estava machucado. E muito.
"Mas agora, a namorada é minha. Eu cuido dela. Não você."- Ele segurou na minha cintura e concluiu. Sem querer, olhei pro Justin novamente. Eu não conseguia olhar em seus olhos, ele saberia que é mentira.
"Bia você..VOCÊ VOLTOU COM ESSE CARA?"- Ele aumentou o tom de voz. Sim, ele estava confuso. DEMAIS, por sinal.
"Justin, eu..nós n.."- Não conseguia raciocinar para responder. Abaixei a cabeça, ainda não tinha força pra olhar pra ele.
"Sim, nós voltamos."- Vitor respondeu, me interrompendo.
Eu não conseguia contrariar, e o Justin também não por conta do choque.
Ele respirou fundo e fechou os olhos, abaixando a cabeça. Me olhou novamente e se virou, indo embora.
Senti meus olhos embaçarem, e novamente comecei a chorar. Minha cabeça explodia de dor, eu não conseguia entender, como pude, como não consegui impedir que isso acontecesse?
"Não chore mais."- Vitor falou num tom seco, porém preocupado.
"Não chore mais? NÃO CHORE MAIS VITOR? É ISSO QUE DIZ PRA TENTAR ME CONVENCER QUE NÃO VOU PODER FALAR COM ELE MAS VÊ-LO TODOS OS DIAS, TRATÁ-LO COMO SE NADA TIVESSE ACONTECIDO? CARA VOCÊ NÃO VALE MESMO NÉ? É IMPOSSÍVEL. AINDA HOJE TIVE CORAGEM DE PENSAR QUE VOCÊ ESTAVA REALMENTE MUDANDO POR CONTA DO TEMPO QUE FICAMOS SEM SE VER? VITOR PORQUE FAZ ISSO COMIGO? SE VOCÊ ME AMA, PORQUE FAZ ISSO COMIGO? POR QUE?"- Desabafei de novo, ainda tinha coisas guardadas dentro de mim que eu não conseguia guardar mais. Eu tinha que falar tudo pra ele, falar tudo que eu guardei todos esses anos por causa dele.
(escutem Ironic, nº 3 na playlist)
"PORQUE? PORQUE EU TENHO MEDO DE TE PERDER BIA! TENHO MEDO DE VOCÊ NÃO SER MAIS MINHA! EU NÃO AGUENTO MAIS FICAR LONGE DE VOCÊ, SERÁ QUE NÃO DÁ PRA VER?"- Girando de um lado pro outro, ele se aproximou de mim, aumentando o tom de voz e segurando meu braço.
"Não, não dá pra ver. Porque você não mostra, e nem deixa os outros verem oque te fere e oque realmente te faz feliz. E SUA? Eu já deixei de ser a muito tempo e você não percebeu."- Eu olhava no fundo dos olhos dele enquanto falava isso, eu não aguentava mais me sentir daquele jeito por causa dele. Me impulsionei pra trás, soltando meu braço da mão dele. Me virei e fui andando um pouco mais rápido que o normal pra ele não vir atrás de mim. Porém isso não adiantou porque ele veio atrás de mim.
Senti ele puxar meu braço de novo e automaticamente ele me beijou. Quando percebi já estava perdida nos meus pensamentos, beijando-o.
"Porque faz isso comigo?"- Ele perguntou, parando o beijo.
"Isso oque?"- Perguntei ironicamente.
"Isso."- Ele parou de falar e me beijou de novo. Eu não queria, mas sem querer, retribuí.
"Não, não, não..para!"- Me afastei dele.
"Porque? Tava tão bom, e você gosta que eu sei."- Ele riu, ironizando.
"Não Vitor, a questão não é essa. A questão é que você sempre tem oque quer. Sempre me faz mudar de ideia, mas agora vai ser diferente. Eu não vou voltar pra você como fiz das outras vezes que a gente brigava e depois você sempre corria atrás de mim, pedindo desculpas, e acabava mudando meu modo de pensar. De esquecer tudo que você já fez. Você não vai fazer isso comigo, de novo."- Saí andando sem rumo, sem saber pra onde ir.
"E pra onde você vai? Vai dormir na rua?"- Ele falou pouco mais alto para que eu ouvisse. Eu já estava um pouco longe dele. Continuei a andar sem saber pra onde ir, depois de uns 10 minutos andando sem rumo, um carro foi parando ao meu lado. É, era o Vitor tentando me convencer de ir pra casa com ele. E o pior, tive que ir. Eu não queria, mas foi obrigatoriamente necessário. 
Ele me levou até em casa. Eram 4:15 da manhã. 
"Pronto, tá em casa."- Ele parou o carro, me fuzilando sem disfarçar.
"Tá, tchau."- Tirei o cinto, mas quando eu ia sair do carro, ele trancou a porta. Droga.
"Meu beijo?"- Na maior cara de pau, me perguntou.
"Não tenho que te dar um beijo, não estamos na frente de ninguém."- Fiquei meio confusa, mas respondi ironicamente.
"Não importa se está na frente de alguém ou não, quero um beijo."- Exigiu.
"Vitor!"- Protestei.
"Quê?"- Ele ironizou.
"Me deixe ir embora!"- Exigi da mesma forma que ele.
"Quero meu beijo antes."- Insistiu.
"Não."- Virei-me para abrir a porta do carro, forçando a porta.
"Não?"- Senti automaticamente ele puxar meu braço e virar meu rosto contra o dele, beijando-me à força.
Recuei, porém ele me puxou de novo. O segundo beijo foi muito mais intenso, e por conta disso, tive mais um deslize. Não consegui recuar novamente, ele tomou conta de mim por inteiro. Eu não conseguia me mexer. Até que ele começou a ficar com falta de ar, então separei nossos lábios, empurrando-o.
"Para!"- Protestei.
"Você gosta.."- Ele sussurrou, se aproximando de novo, tentando me seduzir.
"Não Vitor, para, chega por hoje."- Recuei.
"Por favor..fica."- Ele implorou.
"Vitor, não."- Me fechei, já estava ficando chato.
"Só mais um..beijo, por favor?"- Ele falou mais baixo, porém eu escutei.
"Vitor, eu tenho que..."- Virei para fuzilar seus olhos verdes, com raiva, porque depois de tudo que ele já fez, ainda me pedia um beijo. 
"Tá, amanhã a gente continua."- Percebi que ele ficou comportado demais. Ele me deu um selinho e abriu a porta do carro. Eu estranhei, mas aí, vi que Justin havia chegado em casa. Sim, eu conseguia ver sua casa de onde estava. Ele mora na esquina da minha, então dava pra ver tudo da minha casa. Ele também olhava em nossa direção. Deve ter percebido que Vitor me levou em casa. Também, pra chamar atenção, ele ligava e desligava o farol alto do carro. Revirei os olhos, e entrei. Ele ligou o carro e se foi. Antes de entrar, olhei pela última vez pra casa de Justin. Ele ainda estava lá, me observando. Talvez me esperando entrar. Acho que depois de hoje, não queria que acontecesse mais nada comigo. Uma lágrima caía do meu rosto. Sequei-a e entrei na ponta dos pés pra ninguém acordar. Minha mãe, por incrível que pareça, não me esperava. Tirei o tênis e subi. Fechei a porta e logo desabei, pensando em tudo que havia acontecido. Minhas lágrimas pareciam cachoeiras, pois rolavam o meu rosto e me incomodavam por irritar minha pele, de tanto secá-las. Enquanto chorava, levantei e fui tomar banho. Era a única coisa que estava me confortando naquele momento. O calor me consumia. O medo tomava conta de mim. Lembranças invadiam minha mente.
A água se misturava com minhas lágrimas. Tirei toda a maquiagem que ainda estava borrada em meu rosto, também misturada com lágrimas e água fria.
Fechei o chuveiro, respirei fundo e peguei a toalha para me secar. Coloquei meu pijama e sem mexer ou guardar nada, me joguei no meio dos lençóis.
Antes de mais nada, peguei meu celular e vi que haviam 2 mensagens.
A primeira estava escrito:
"Vou te esperar 7:15, na porta da sua casa. Vamos juntos pra escola. Eu te amo Beatriz. Pode até parecer que não, mas acredite, eu te amo.-Vitor"

A segunda, me assustou. Porque Vitor me mandou 2 mensagens? Continuei a ler...
"Eu estou perdidamente apaixonado por você, obrigado por me fazer feliz por menos de 12 horas. Não deixe ele ver isto, mas é a única verdade que você pode acreditar. Eu te amo.-Justin"

[...]

CONTINUA!

Sei que não foi muita coisa, mas depois eu posto um EXTRA-BIG!
 Me desculpem, sério! Eu sei que deveria postar semana passada, mas com os meus problemas, tive dificuldades pra entrar. mas agora vou fazer o possível para que eu consiga ficar em algum lugar que tenha internet, aí eu posto toda semana, todos os dias combinados. Demorei também porque eu tinha que escrever outra história, só que valia nota. Era pra nota né gente? E quando eu tô inspirada, eu escrevo mt...Enfim, oque estão achando? Oque falariam pra Bia de conselho? Oque vocês pensam sobre "ViBia e Jeatriz"? (arrumem apelidos pra eles, não sou boa nisso).
 Eu não vou parar de escrever, mas comentem, me animem, por favor =c 
Então, é isso. Obrigada por me entenderem.
 Bjustin e até quinta ;*